Quando deitarmos o último suspiro, Colocarão tijolos na campa das nossas cinzas. Das nossas cinzas moldarão tijolos Para cobrir as campas daqueles que virão depois.
Uma taça do vinho novo é sempre desejada, Os sons da flauta suaves ouviria sem cansaço. Quando o oleiro transformar as minhas cinzas numa jarra Que esteja sempre cheia com o vinho!